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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Peão de Tropa - Jayme Caetano Braun (poema)


Nasci num rancho – cresci num rancho,
Porém o rancho – não é mais meu,
Não tenho rancho – sou peão de tropa
Cumprindo a sina que Deus me deu.

Não tenho rancho – nem quero rancho,
O meu destino é andar assim,
A tropa é o mundo – a estrada é a vida
E o peão é a mágoa – que não tem fim.

Um – dois – três – quatro – cinco – seis – sete...
Passam os dias – tropeando vou,
Mudei de rumo – troquei cavalo,
Só minha sorte – nunca mudou.

Às vezes penso – erguer um rancho,
Nalguma volta do corredor,
Mas pra que rancho – não sobra tempo
Nem pra dois tragos do mesmo amor.

Um – dois – três – quatro – cinco – seis – sete...
Passam as noites – rondando vou,
Troquei de pouso – mudei cavalo,
Só minha sorte – nunca mudou.

Não tenho rancho – nem acho falta,
O meu destino – é andar ao léu,
Talvez um dia – erguer um rancho
Na estrada larga – que vai pro céu!


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