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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Peão do Rio Grande - Jurema Chaves (Poema)


Sou um peão do Rio Grande
Pequeno ainda senhores
Mas já sei cantar louvores
Me curvar em reverência
À minha amada querência
Sagrado chão onde eu piso
Lar dos meus antepassados
Pedaço do paraíso

Sou livre como o minuano
Xucro igual o vento norte
Sempre acreditar na sorte
Foi meu pai que me ensinou
Semente que ele plantou
Dentro do meu coração
Amar acima de tudo
O meu querido torrão

Eu uso com muito orgulho
O lindo pala branco
Eu sou um gaúcho franco
Gosto da sinceridade
Não digo meias verdades
Respeito e sou respeitado
Luto pela liberdade
E as glórias do meu estado

Às vezes arrasto a espora
Por uma prenda bonita
E já tiro a gauchita
Pruma dança bem largada
Numa vanera marcada
E num xote laranjeira
Não há nada que compare
Uma prendinha faceira

Se for preciso cantar
Já saio cantando verso
Canto pra todo universo
Até onde o sol se esconde
E não me pergunte onde
Aprendi a ser assim
Papai ensinou pra mim
Ser filho deste Rio Grande!


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