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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Hino Rio-Grandense (História)

Em 30 de abril de 1838, os farroupilhas obtiveram uma de suas maiores vitórias em todo o decênio revolucionário: a conquista da Vila legalista de Rio Pardo. Em meio a euforia do triunfo, eles se deram conta que havia sido aprisionada a banda miltar do II Batalhão Imperial de Caçadores e seu respectivo maestro, Comendador Joaquim José de Medanha. Então, deram-lhe o encargo de compor a música do Hino Rio-Grandense, com letra de Francisco Pinto da Fontoura, e harmonização de Antônio Tavarez Côrte Real, cuja execução afirmaram os historiadores ter acontecido em 05 de maio de 1838. A adoção do hino como um dos símbolos estaduais do Rio Grande do Sul oficializou-se através da lei 5.213, de 05 de janeiro de 1966, no governo de Ildo Meneguetti.
O hino originalmente, possuía um outro terceiro parágrafo, que foi retirado por falar de mitologia antiga e outras nações, sendo esse:
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Entre nós, reviva Atenas,
pelo assombra dos tiranos,
sejamos gregos na glória
e na virtude, romanos.
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