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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Dois Amigos - Jayme Caetano Braun (Poema)


Um zaino negro de pechar um touro
bem na paleta e de cruzar por cima;
e, cabresteando no costado, um mouro
mais agarrado do que amor de prima.

O zaino é manso, do andar das chinas;
O mouro é quebra e só respeita o dono.
Mas são dois cuscos, sacudindo as crinas,
que até nem dormem pra cuidar meu sono.

O mouro é um tigre de escorar, num upa!,
até um turuno num aperto bravo,
de levantar um rancho na garupa;
de manotear, se for preciso, o diabo.

Nem tenho pressa, porque sei que chego
ao fim da estrada de gaúcho touro;
de dia, ao trote, no meu zaino negro;
de noite, ao tranco, no meu pingo mouro.



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CATEGORIAS > Poemas > Compositores > Jayme Caetano Braun

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