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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

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Balaio

Balaio é uma dança proveniente do Nordeste brasileiro que teve suas raízes na chula. Do ponto de vista musical, o balaio guarda nitidamente a feição de nossos velos Lundus, os mesmos que criaram o baião no nordeste Brasileiro. Em suas estrofes o Balaio relembra quadrinhas dos sertanejos. Por exemplo: "não quero balaio não" muito estranho ao linguajar gauchesco. Constitui-se em uma dança bastante popular em toda campanha do Rio Grande do Sul. O nome balaio origina-se pelo aspecto de cesto que as mulheres dão às suas saias quando o cantador diz: "Moça que não tem balaio, bota a costura no chão". A esta última voz as mulheres giram rapidamente sobre os calcanhares e se abaixam, fazendo com que o vento se embolse em suas saias.

Balaio trata-se de uma dança sapateada e, ao mesmo tempo, uma dança de conjunto. A coreografia se divide em duas partes, que correspondem às duas partes do canto. A formação da dança se procede da seguinte forma: forma-se duas rodas concêntricas, uma dos homens e outra das mulheres. Cada peão fica de frente para sua respectiva prenda. Na primeira parte da dança há o passeio ao som do canto: "Eu queria ser Balaio, Balaio eu queria ser...”. , percorrendo o sentido da roda e, ao se encontrarem de novo as mulheres sarandeiam e os homens sapateiam ao som do canto:"Balaio meu bem, Balaio sinhá...". E a dança continua na repetição desta coreografia por mais três vezes.

Eu queria ser balaio, balaio eu queria ser

Para andar dependurado na cintura de você

 

(Balaio meu bem balaio sinhá balaio do coração.

Se moça não tem balaio sinhá o bordado cai no chão

Balaio meu bem balaio sinhá balaio do coração

Moça que não tem balaio sinhá bota a costura no chão)


Eu queria ser balaio, na colheia da mandioca

Para andar dependurado, na cintura da chinoca
Eu mandei fazer balaio, das barbas do camarão
Balaio saiu pequeno, não quero balaio não

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