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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Paleteada - César Oliveira (Música)


Vem se escorando no freio

Se enforcando na peiteira

E quase que se debruça

No grito de upa e se foi,

Meu gateado "frente aberta"

"brazino" das quatro patas

Devereda se desata

E se acolhera com o boi

Num mouro marca de "h"

O "junico" me faz costado

E o osco canela fina

Se para cheio de assombro,

Meu gateado vem por cima

E o mouro não frouxa o tento

E o osco espragueja o vento

Quando lhe cuspo no lombo

Grito a grito, peito a peito;

"repontemo" até o rodeio

Este matreiro teimoso

Que refugou na picada

De à cavalo não refugo

Embora o tempo desabe

E o mais matreiro já sabe

Que me gusta paleteada

Paleteada é lida bruta

Nascida nas "escaramuças"

Quando se apartavam tropas

Em "machaços" atropelos

A encontro e bico de bota

Tirava o boi do refugo

Que reboleava o sabugo

Na direção do sinuelo.


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