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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Romaria dos Pirilampos - César Oliveira (Música)


Sempre que morre um campeiro uma flor brota do chão

Do fundo da escuridão, surge uma luz fogoneira

É um gaúcho que renasce no facho de um pirilampo

Coloreando o breu dos campos com sua aura campeira

Coloreando o breu dos campos com sua aura campeira

Quando a tarde ferra o sono no colo das sesmarias

Eles saem em romaria recorrendo as invernadas

Velando a paz das ovelhas e serpenteando entre o gado

Vão imitando o bailado dos aguapés, nas aguadas

(Nem a lua sai do quarto quando acendem-se os candieiros

Dos gaudérios pirilampos

Pra que as almas dos campeiros, sarandeiem pelos campos) Bis

Quem pensa que a vida acaba se engana no pensamento

Pois a morte é um nascimento de uma nova existência

E os que jazem campereando, entregam o corpo pra o campo

E a alma à um pirilampo, pra iluminar a querência

E a alma à um pirilampo, pra iluminar a querência

Quem nasce pra ser gaúcho e cavalgar pelo pampa

Jamais se prende a uma campa nem se acostuma no chão

E após o pealo divino retornará, com certeza

A sarandear, de alma acesa, pelos confins do rincão

Pra que as almas dos campeiros, sarandeiem pelos campos


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